27 de agosto de 2009

Precariedade laboral nas obras do PLAN E


A hecatombe que começou no mês de Março de este ano, sob a legenda “obras de humanizaçom” já tem data de finalizaçom: Dezembro 2009. Mas só é umha trégua, por que há uns dias, Abel Caballero e Santiago Domínguez, figérom publico em quê vam gastar os 20 milhons do segundo Plan E durante o 2010.

O que se agocha trás o Plan de Estimulo da Economia e do Emprego nom é mais do que um feixe de dinheiro “doado” sem condiçom algumha aos grandes capitalistas da construçom. A pretensom de estimular a economia foi conseguida, mas nom na melhora das condiçons laborais da classe obreira galega, única vitima indiscutível desta crise, se nom a especulaçom e a precaridade laboral.

Analisando alguns dos contributos deste plano à cidade, chegamos as seguintes conclusons:

Em primeiro lugar, muitas das “humanizaçons” nom eram necessárias, e muito menos de carácter prioritário, assim o confirmam vizinhos e vizinhas de Beade e do Calvario. Em segundo lugar, os cortes de tránsito, afectam negativamente ao já danado transporte publico e popular na cidade e dificulta a posta em marcha dum programa, hoje em dia inexistente, de fomento deste transporte.

Mas o pior, e que bem a confirmar o verdadeiro carácter especulador deste Fundo de Investimento Local, som as precárias condiçons laborais em que se atopam @s 1500 trabalhador@s contratad@s de forma temporária nestas obras públicas. A CIG denunciou que os e as obreiras trabalham mais de 10 horas diárias e também os feriados, como a véspera do Dia da Pátria. Este excesso de horas pom em risco a saúde d@s trabalhadores ao aumentar o risco de sinistros ou os golpes de calor.

Pola contra, as que saem vitoriosas de este plano do governo do Estado Espanhol som COVSA, MOVEXVIAL, a UTE DRAGADOS EXCONSA e PUENTES Y CALZADA, sem esquecer que é por meio de dinheiro público, endividando à populaçom.

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